É proibido beber!

Junho 27, 2008

 

Opa!

Caros Loucos, está sancionada a nova lei que proibe o motorista de beber qualquer quantidade alcoólica antes de dirigir.

Antes o motorista poderia tomar até duas latinhas de breja, 6 decigramas de alcoól por litro de sangue ,agora são 2 decigramas por litro, o que corresponde a menos de uma latinha de breja!

Caso for flagrado, o motorista receberá multa gravíssima no valor de R$ 955,00 e poderá perder a habilitãção por um ano, caso o motorista tiver muito louco, perderá o direito de digirir.

Se algum motorista que tiver ingerido alcoól se envolver em um acidente e houver uma morte, responderá por homicídio doloso, com intenção de matar, e poderá ser condenado de seis a três anos de prisão.

Agora, meus queridos nós não poderemos sair de carro e tomar algumas, essa lei é uma proíbição para aqueles que gostam de tomar uma breja,vinho,drink e demais, nós vamos pagar por aqueles que não são responsáveis e causam na cidade.

Teremos que vender nossos carros e andar só de táxi, acho que nem isso porque conheço um monte de taxista que toma várias!

Mais uma proibição para aqueles que curtem a vida e não prejudicam ninguém!Vivemos em um país de proibições, agora me pergunto e o Lula, que é o cachaceiro e sanciona uma lei dessas! Vai saber né!

 

Renan


Sangue de Boá!

Junho 26, 2008

Opa!

Nesse frio nada melhor que um vinho, neh?!È, mas a situação tá difícil e comprar um vinho de alta qualidade,não esta no orçamento.

Mas issoi não é problema, Sangue de Boi é o vinho.È o vinho porque é barato,bom e depois de alguns goles você já fica alterado!!

Essa é uma dica para aqueles que apreciam um bom vinho, com o custo benefício melhor do mercado!

 

Renan Andrade


O sonho virou realidade!

Junho 26, 2008

Ae!

Quem nunca imaginou ter uma geladeira daquelas que todos os bares tem.Agora você pode ter uma dessas na sua casa. A Skol lançou a promoção e basta você participar e ter a competecia e a sorte de ganhar!

Acesse o site: www.geladeiradaskol.com.br e veja o regulamento!

Abs

Renan


Sagatiba!

Junho 26, 2008

A história
Um dos motivos do nascimento da marca SAGATIBA foi justamente a identificação de uma oportunidade no mercado externo. No Brasil, a cachaça sempre foi amplamente conhecida, diferentemente do que acontecia na Europa e nos Estados Unidos. Lá a caipirinha era conhecida e identificada como uma bebida tipicamente brasileira. Porém, poucos sabiam que a caipirinha que é tomada no Brasil era feita com cachaça. Dessa oportunidade e do fato da cachaça ser o único destilado com potencial de exportação que ainda não explodiu surgiu em 2004 a SAGATIBA, que inaugurou no Brasil e no exterior a categoria Premium de cachaça. O nome da cachaça vem da união do sufixo saga, que na cultura nórdica significa aventura, encargo heróico, lendário, com a palavra tiba da língua indígena tupi, que significa infinita. A cachaça foi lançada no mercado em maio de 2004 pelas mãos do empresário paulista Marcos de Moraes, filho do ex-rei da soja Olacyr de Moraes, que tinha um plano ambicioso. Sua meta era transformar a bebida num ícone internacional, numa marca que projetasse mundialmente o mais tradicional destilado brasileiro. Para alcançar a meta, o empresário, uma espécie de empreendedor serial, não poupou esforços. Juntamente com Roberto Biaggi, um dos herdeiros da usina de cana-de-açúcar Santa Elisa, e Lucas Rodas, seus sócios no negócio, contratou uma agência de publicidade famosa, a Saatchi & Saatchi, de Londres, para promover a bebida em revistas badaladas, como as versões inglesas da Vanity Fair e da Esquire, e em bares e restaurantes de capitais européias. No final deste ano a marca já estava fortemente presente na Inglaterra, Holanda e Itália. O início foi bastante lento no mercado internacional, vendendo quase 100 mil garrafas no exterior. Em 2006, com apenas dois anos no mercado, o volume de vendas cresceu muito e alcançou 800 mil garrafas, sendo metade deste volume destinado principalmente ao mercado europeu. Desde abril deste ano a cachaça passou a ser vendida com exclusividade em todos os 15 navios da rede Princess Cruise ao redor do mundo.

Renato Quaglio
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DEVASSA!

Junho 26, 2008
 
A história
A história da marca começou quando no mês de maio de 2003 foi fundada a União das Devassas Cervejaria Ltda., com a entrada de Joca Muller na sociedade já formada por Marcello (Cello) Macedo e Marcelo do Rio, que desde 2002 já serviam, em seu bar na Av. General San Martin 1.241, no Leblon, Rio de janeiro, a CERVEJA DEVASSA, uma fórmula exclusiva de cerveja, encomendada e fabricada em forma de terceirização, ao mestre cervejeiro André Nothaft. Em agosto do ano seguinte, com a conclusão da montagem da fábrica, localizada na Rua Santo Cristo, bairro de Santo Cristo, zona portuária do Rio de janeiro, e com produção mensal de 8 mil litros e capacidade para até 55 mil litros, foi iniciada a fabricação da DEVASSA, produzindo as cervejas DEVASSA LOIRA (pilsen) e DEVASSA RUIVA (pale ale), antes fabricada pela Brewtech.
A cerveja tornou-se, rapidamente, pequeno ícone de uma cidade acostumada a construir mitos. A produção começou com 8.000 litros por mês escoados apenas pelo miúdo bar do Leblon. A decoração descontraída, o cardápio com petiscos típicos de boteco e o chope servido com três dedos de creme caíram no gosto dos clientes e a DEVASSA também. Em 2004 a marca passou a ser comercializada nas lojas do Pão de Açúcar do Rio de Janeiro, ganhando mais visibilidade no mercado. Em maio de 2005, a cervejaria lançou no mercado a versão escura de sua cerveja, a DEVASSA NEGRA (dark lager). A DEVASSA vinha agradando não só aos brasileiros, mas também a consumidores de outros países.
Em 2005, a marca iniciou um bem-sucedido movimento de internacionalização, quando um distribuidor inglês quis vender o produto em pubs londrinos. Ao ver a cerveja citada numa reportagem, foi o inglês que se interessou pela importação do produto, no sentido inverso ao habitual. Hoje, a cerveja Devassa é vendida em mais de 14 pubs de Londres e recebeu, em 2005, um prêmio de melhor cerveja brasileira vendida na Inglaterra, dado por uma revista inglesa. Tanto sucesso chamou a atenção de cervejarias maiores, e no dia 6 de agosto de 2007, o Grupo Schincariol, comprou por R$ 30 milhões 70% da União das Devassas Cervejaria (UDC). A empresa assumiu as marcas da UDC, a unidade de produção e a estrutura de distribuição. Os proprietários atuais da UDC, Marcelo do Rio e Cello Macedo, continuaram como sócios e como gestores das franquias, que englobam três estabelecimentos próprios e 10 franqueados.
A DEVASSA então passou a utilizar as 12 fábricas da Schincariol espalhadas pelo país para produzir o chope e a cerveja da marca. Como a produção é toda artesanal e as bebidas não são pasteurizadas, precisam ser fabricadas o mais próximo possível do local onde serão consumidas.
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Os tipos de cervejas
A cervejaria produz atualmente quatro tipos da cerveja DEAVASSA. Eles seriam os quatro tipos de mulheres brasileiras que chamam mais a atenção, afinal, todas as cervejarias normalmente só possuem a loira mas a DEVASSA não:
DEVASSA LOIRA: Em chope ou long-neck, é a cerveja tipo Pilsener ou Lager, feita com maltes selecionados. É leve, refrescante e tem um sabor muito mais apurado do que o das Pilseners comuns.
DEVASSA RUIVA: Em chope ou long-neck, é encorpada, feita com maltes importados, tem cor avermelhada e é extremamente cremosa. É uma Tropical Ale. Ou seja: uma Ale com ginga, cheia de malandragem.
DEVASSA NEGRA: em chope ou long-neck, é uma cerveja escura produzida com maltes especiais. Deliciosamente cremosa, tem um paladar marcante, amargor moderado e aroma de café.
DEVASSA ÍNDIA: cerveja inspirada na tradicional Ale britânica, com alto teor alcoólico, amargor intenso e forte aroma de lúpulo.
Renato Quaglio
 

Heineken

Junho 26, 2008
A história
Tudo começou em 1863, quando Gerard Adriaan Heineken, um jovem de 22 anos, comprou a cervejaria De Hoolberg, a maior da cidade de Amsterdã, fundada no século 16. O negócio foi se fortalecendo e Heineken foi abrindo novas cervejarias em Amsterdã e em Roterdã. Em busca de ingredientes de qualidade e das tecnologias mais recentes para preparação da cerveja percorreu a Europa. Na Alemanha logo identificou uma revolução nos métodos de produção. Percebeu, a importância da mudança de alta fermentação para baixa fermentação da cerveja e levou essa nova tecnologia para Amsterdã. A baixa fermentação trouxe à sua cerveja uma melhoria da qualidade muito grande em relação às demais cervejas da época. Heineken contratou em 1869 o alemão, Wilhelm Feltman, como responsável pela fermentação de sua cerveja. Outras inovações envolveram o desenvolvimento de novas receitas. Então, em 1886, um Dr. Elion, ex-estudante da escola de Louis Pasteur, desenvolveu a famosa “Heineken levedura A” que ainda dá à cerveja seu sabor inigualável. As vendas na Europa aumentaram continuamente nas duas décadas seguintes. Em 1914, Henry Pierre Heineken, filho do fundador da cervejaria, assumiu o controle da empresa, ficando no cargo até 1940, expandindo os negócios por toda a Europa, Estados Unidos e Ásia. Em 1912 com a proximidade do século XIX cresceu a competitividade com outras cervejarias. Para competir com Amstel, Oranujeboom, Vam Vollenhoven e muitas outras cervejarias alemãs, a marca decidiu reduzir ligeiramente o preço de venda e fez investimentos substanciais no posicionamento da cerveja para o mercado local. No início da década de 30, a cervejaria fez sua primeira tentativa de ingressar no mercado asiático, inaugurando a primeira cervejaria estrangeira do grupo em 1931 na Indonésia.
No mercado norte-americano a HEINEKEN teve impacto quase instantâneo. Foi a primeira cervejaria estrangeira a exportar seu produto para os Estados Unidos depois da suspensão da Lei Seca em 1933. Os americanos estavam acostumados com as cervejas domésticas que se aproximavam das cervejas européias e gostaram da herança da HEINEKEN Pilsner. Seu preço mais alto e a qualidade funcionaram como um atrativo e rapidamente fizeram dela a cerveja importada favorita dos americanos. Por outro lado, a marca lutou para entrar no mercado britânico, onde as tradicionais cervejas e bitters ainda eram mais populares que as leves e claras continentais. O sistema de “casa amarrada” que vinculava os pubs a marcas específicas, assim como um imposto que penalizava os tipos mais fortes de cerveja, pioraram a situação da tradicional pilsner, que passou a ter mais dificuldade para concorrer no mercado. Em 1951, a Heineken introduziu uma cerveja especialmente adaptada – mais fraca – para o mercado do Reino Unido. Essa iniciativa era radicalmente contra a orientação da HEINEKEN, que sempre insistiu que seu sabor único não deveria ser alterado para agradar ao gosto local. Apesar dessa alteração, as vendas no Reino Unido permaneceram decepcionantes até a década de 1970, quando a cerveja clara ganhou mais aceitação. Na década de 60 inicia a era dos investimentos e aquisições de pequenas cervejarias e marcas. Nas décadas seguintes o grupo cresce em uma velocidade espantosa, expandindo-se pelo mundo inteiro, construindo fábricas, fixando-se em mercados, até então dominados por cervejas locais e transformando-se numa das maiores cervejarias do mundo. A HEINEKEN decidiu introduzir somente em 1992, sua cerveja no mercado alemão. A seguir, contratos de licenciamento fizeram o volume de exportação aumentar. No Brasil desde 1990, a cerveja HEINEKEN é produzida pela FEMSA Cerveja Brasil sob licença e supervisão da Heineken Brouwerijen B.V. de Amsterdã. A cerveja é 100% natural, única no Brasil sem conservantes, produzida com levedura tipo A, exclusividade HEINEKEN, 100% Malte e Lúpulo especial. O processo de fabricação conta com cuidados totalmente diferenciados, o que lhe confere um sabor refinado, marcante, consistente e premiado internacionalmente.
Renato Quaglio

Brahma e Bahia!

Junho 26, 2008

Com relação aos times do coração dos baianos, a Brahma reafirma sua plataforma ligada ao futebol e mostra o alto-astral do momento de confraternização, torcida e comemoração.

 

Desde 1990, a Brahma marca forte presença no carnaval de Salvador, uma das principais festas populares do Estado e do país. Em 2004, triplicou seus investimentos, democratizou e diversificou as ações para os diversos públicos: de camarotes a Trios do Povo e Blocos Afros.

Seguindo a plataforma de valorização da cultura regional, a Brahma ampliou e unificou seus investimentos também em São João da Bahia com patrocínio a cerca de 20 festas em todo o Estado, entre elas a Amargosa e Festa do Bosque (Cruz Alta).

Em 2005, a marca se consolidou como a maior patrocinadora do carnaval: foram 21 trios que desfilaram nos circuitos Dodô (Barra-Ondina) e Osmar (Campo Grande), 64 festas pré-carnaval e ensaios e três camarotes que receberam o apoio da cervejaria.

Renato Quaglio


O seu bar 3!

Junho 26, 2008

Amigos,
A um tempo atrás estava com alguns colegas da empresa procurando um local para fazermos um happy hour, regrado a boas doses de Chopp bem servido. Não queríamos ir muito longe, e logo descobrimos um local mais que apropriado para esse momento. Ele é o Seu Gomes, um restaurante/bar, situado na Rua Gomes de Carvalho, altura do número 1306. Ele conta com uma decoração baseada em BOTECOS antigos, e seu grande atrativo é a última novidade da Brahma, o Brahma Black (um Chopp escuro, mas com característica adocicada, lembrando um pouco a Malzebier) servido super gelado. O mesmo pode vir acompanhado dos diversos tipos de petiscos que a casa oferece. Vale a pena conferir!

Renato Quaglio


O Seu bar 2!

Junho 26, 2008

Amigos,
Um outro bar muito bacana, agora para podermos disfrutar de um ritmo latino, misturado com boas doses de Tequila e Whyskies, é o Rey Castro. Situado na região da Vila Olímpia, ele conta com uma decoração com bases na cultura cubana, e bandas que tem repertórios de artistas latinos.  Lá podemos encontrar a boa e velha Tequila Cuervo Ouro, a mais vendida do mundo, e defrutá-la com o melhor clima possível!
www.reycastro.com.br

Renato Quaglio 


O seu bar!

Junho 26, 2008

Amigos,
Seguindo a linha do último bar, recomendo um outro bar PERFEITO para ouvir uma boa banda e curtir um bom Chopp Braunmeister! É o Kiaora. Esse é um bar muito bem frequentado também, que segue a mesma linha do O barbaro. O ponto é que esse bar tem um custo um pouco mais elevado para a sua entrada (uma média de R$35 homem e R$25 mulher), mas acreditem, vale a pena!

Renato Quaglio